quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Clean up: o primeiro passo para um tratamento eficaz


Clean up: o primeiro passo para um tratamento eficaz




Limpar a pele parece um ritual simples que não requer muitos cuidados: bastam sabonete e água e ela estará pronta para receber qualquer tratamento. Engana-se quem pensa assim, pois o consenso entre dermatologistas e profissionais de estética passa longe disso. O processo de limpeza vai muito além, pois, quando realizado com produto inadequado, pode acarretar pelo menos, dois problemas: a remoção do manto hidrolipídico e alteração do pH da pele.
O manto hidrolipídico, também chamado de NMF (Natural Moisture Factor)  ou FNT (Fator Natural de Hidratação)  é uma espécie de hidratante natural formado na superfície cutânea, resultante da produção do água, gordura e composições químicas de características hidrofílicas (aminoácidos, ureia, PCA, etc.) e lipofílicas (40 a 60% ceramidas e colesteróis). Ele forma uma película protetora que tem como função, proteger a pele da evaporação excessiva da água, evitando assim, o ressecamento, mantendo-a lubrificada e garantindo-lhe a plasticidade e hidratação.

O manto hidrolipídico forma-se a partir da secreção das glândulas sebáceas e sudoríporas e recobre a epiderme, garantindo a proteção da pele.

De acordo com a farmacêutica Joielle Mendonça, “boa parte dos sabonetes no mercado são formulados com detergentes em altas concentrações e não possuem ativos repositores de hidratação e manutenção hídrica”, o que pode culminar no chamado efeito rebote, ou seja, a pele resseca no instante da limpeza devido à remoção de suas gorduras naturais e, consequentemente, estimula a glândula sebácea a produzir mais óleos na tentativa de suprir a pele que foi agredida.
O pH da pele, por sua vez, é responsável pela proteção bactericida e fungicida em sua superfície, em razão da sua propriedade ácida, em torno de 5 a 6. A sigla pH significa potencial hidrogeniônico e pode ser ácido, neutro ou alcalino, de acordo com o a valor apresentado, em uma escala que vai de zero a 14.

A escala vai até 14 e o ph da pele fica em torno de 5 a 6.

Joielle alerta que o uso de sabonetes comuns (em barra) e similares, têm pH inadequado à pele do rosto, pois possuem substâncias com características básicas acentuadas que, a longo prazo, levam ao desequilíbrio cutâneo. Apesar de a pele possuir naturalmente uma capacidade de tamponamento, que é a autorregulação natural do pH, esse processo não é fisiológico e acaba acarretando dano celular. “Com o pH inadequado, a pele enfraquece, e como conseqüência, surgem as deficiências que levam às rugas, flacidez e manchas”, diz a farmacêutica.

E como funciona o Clean up?



Estudos e testes já faziam parte da linha Adélia Mendonça pelo menos dez anos antes do lançamento de seus primeiros cosmecêuticos no mercado, entre eles, o sabonete Clean up. Durante cerca de um ano e meio, o Laboratório Adélia Mendonça buscou desenvolver um produto que promovesse a limpeza e, ao mesmo tempo, preservasse a proteção do manto hidrolipídico e o pH natural da pele.
Isso só foi possível graças a um blend (associação) utilizado em sua formulação. Segundo Joielle, ao passo que todo sabonete veicula lauril sulfato de sódio, o Clean up possui um blend de detergentes, ou saponificantes – os grandes responsáveis pela limpeza – que higienizam de forma eficaz sem remover as gorduras da pele. Como todos os produtos Adélia Mendonça têm o diferencial de ser multifuncional, o Clean up também é composto por um poolde ativos, tornando-se parte fundamental de qualquer tratamento dermocosmético.

 Confira os ativos descritos por Joielle:


Proteína de colágeno hidrolisada – ativo extremamente nutritivo e hidratante, que normaliza o chamado “relevo cutâneo” (superfície da pele), que perde sua continuidade devido às agressões sofridas no dia a dia. A proteína forma uma rede nesse relevo, redefinindo sua linearidade e retendo água no interior da pele, proporcionando maciez, hidratação e uma pele realmente aveludada.
PCA sódico – rico ativo presente naturalmente no nosso manto hidrolipídico
Extrato de sálvia – possui ação sebonormalizante e tonificante, que controla a produção de sebo e gordura natural sem prejudicar o bom funcionamento das glândulas sebáceas.
Extrato de camomila – rico em substâncias calmantes, revigorantes, hidratantes e cicatrizantes.
Extrato purificado de aloe vera –  este ativo tem inúmeras propriedades, entre elas, a capacidade de transportar para dentro da pele, outras substâncias. Possui também ação queratolítica, que é a substituição da pele danificada por meio da renovação celular, além de ação regeneradora, antiinflamtória, entre outras.
A pesquisadora ressalta ainda que a limpeza inadequada pode comprometer a evolução de um tratamento, pois pode levar à contínua perda hídrica dos tecidos, que, de acordo com estudos, é o primeiro sinal de envelhecimento cutâneo. “Sem limpeza correta, a pele dificulta a penetração dos produtos, pois não há remoção das células mortas”, diz. Assim, a combinação do Clean up e a loção tônica clareadora facial Clean Face Lotion possibilita a limpeza, manutenção do manto hidrolipídico além de remoção da sujeira dos poros, estimulando a renovação contínua das células epidermiais. Este é o processo fundamental de preparação para a pele receber e absorver com eficácia qualquer tratamento dermocorretivo.

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